domingo, 29 de novembro de 2020
sábado, 28 de novembro de 2020
terça-feira, 24 de novembro de 2020
domingo, 22 de novembro de 2020
Escolhas

Entre o amor e a rosa
Há os espinhos;
Entre o mundo e o céu
Há dois caminhos...
As escolhas são nossas:
O bem e o mal estão no tabuleiro;
Somos frágeis, erramos...
Mas que aprendamos com nossos erros
E sigamos firmes diante dos desafios;
Sejamos cúmplices do bem,
Sejamos firmes nas aflições,
Mas jamais sejamos covardes no sofrimento.
domingo, 6 de agosto de 2017
Procuro-te
Procuro-te ao fim da tarde
Quando o trabalho me cansa;
E então uma chama no coração arde,
Talvez uma alegre esperança...
E quando a noite vem
Procuro-te no silêncio do meu ardor,
Mas partiste e não vens;
Nunca mais terei teu amor.
(Bete Diniz - Taperoá - PB - Brasil)
Quando o trabalho me cansa;
E então uma chama no coração arde,
Talvez uma alegre esperança...
E quando a noite vem
Procuro-te no silêncio do meu ardor,
Mas partiste e não vens;
Nunca mais terei teu amor.
(Bete Diniz - Taperoá - PB - Brasil)
sábado, 15 de julho de 2017
Eternamente (na morte)
Na morte,
Se se pudesse conservar um sentimento
Eu sentiria saudade,
Não dos humanos inventos,
Mas do Sol em todo anoitecer;
Sentiria saudade
Do balanço do vento
E de você...
Do aconchego do seu colo
Eu sentiria saudade
E das estrelas brilhando
No céu da minha cidade...
Do canto dos passarinhos
Eu sentiria saudade,
E dos seus beijos maliciosos
No meio da rua,
Por toda a cidade...
Se se pudesse conservar um sentimento
Eu sentiria saudade,
Não dos humanos inventos,
Mas do Sol em todo anoitecer;
Sentiria saudade
Do balanço do vento
E de você...
Do aconchego do seu colo
Eu sentiria saudade
E das estrelas brilhando
No céu da minha cidade...
Do canto dos passarinhos
Eu sentiria saudade,
E dos seus beijos maliciosos
No meio da rua,
Por toda a cidade...
(Poesia e foto: Bete Diniz - Taperoá - PB - Brasil)
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Coruja do meu sertão
Oh, coruja do meu sertão
Que pias sobre o mandacaru espinhento,
Espinhento anda meu coração!...
Oh, coruja de voo altivo,
Traze-me notícias do meu bem,
Que partiu quando brilhavam as estrelas
Deixando meu coração cativo!...
Oh, coruja de olhar visionário,
Traz-me notícias do meu amor primeiro,
Que voou nas asas do vento interplanetário...
Voa alto, voa, coruja do meu sertão,
E visita a estrela onde moram meus ancestrais,
E diz a eles que os guardo na minha emoção,
Todo dia, quando cantam os sabiás...
Oh, coruja, mensageira do além,
Diz aos meus avós e meu pai
Que sinto saudades deles também...
(Poesia e foto: Bete Diniz - Taperoá - PB)
Que pias sobre o mandacaru espinhento,
Espinhento anda meu coração!...
Oh, coruja de voo altivo,
Traze-me notícias do meu bem,
Que partiu quando brilhavam as estrelas
Deixando meu coração cativo!...
Oh, coruja de olhar visionário,
Traz-me notícias do meu amor primeiro,
Que voou nas asas do vento interplanetário...
Voa alto, voa, coruja do meu sertão,
E visita a estrela onde moram meus ancestrais,
E diz a eles que os guardo na minha emoção,
Todo dia, quando cantam os sabiás...
Oh, coruja, mensageira do além,
Diz aos meus avós e meu pai
Que sinto saudades deles também...
(Poesia e foto: Bete Diniz - Taperoá - PB)
sábado, 17 de junho de 2017
sábado, 10 de junho de 2017
Pensamento meu:
Ainda bem que na vida real não precisamos ser príncipes ou princesas, nem morarmos em castelos, para sermos felizes.
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